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Eficiência Energética
2011-10-29 16:53:00

O custo da energia é um dos principais desafios que se colocam à indústria transformadora. A exploração de todas as oportunidades de economia de energia faz a diferença na conta de resultados das empresas. O eng. Luis Ribeiro trouxe ao XXVII SEMINÁRIO DE PLÁSTICOS o modelo de negócios proposto pela EWEN, empresa especializada em serviços de energia, mais precisamente o levantamento das oportunidades de economia de energia nas instalações dos clientes. O modelo ESCO difere da clássica auditoria de energia porque se compromete com os resultados. "Uma empresa ESCO também faz o levantamento energético e implementa projectos chave-na-mão, mas assume parte ou mesmo a totalidade do investimento e arrisca a sua remuneração em função dos resultados reais dos seus projectos". A remuneração da EWEN é sempre indexada aos resultados.
A EWEN trabalha sempre com "Contratos de Desempenho" baseados em protocolos internacionais e que têm várias modalidades, como, por exemplo, a partilha dos ganhos de poupança durante um determinado prazo. Regra geral, o investimento em medidas de eficiência energética é pago com os ganhos da economia de energia.

A EWEN consegue medir “qualquer parâmetro físico (energia, pressão, caudal, temperatura, etc.) e podemos implementar sistemas de monitorização completos e remotos, não só para efeitos de análise, mas, se for necessário para gerar alarmes SMS. Os Sistemas de Monitorização Remota permitem às empresas conhecer e melhorar o desempenho energético que têm, departamento a departamento”.

Por outro lado, e para além dos projectos de redução de consumos, a empresa também se dedica a projectos que envolvem energias renováveis. Estes projectos não proporcionam retorno a curto prazo, pelo que a sua motivação não é exclusivamente económica.

Na sua comunicação, o eng. Luis Ribeiro referiu vários casos reais de aplicação do modelo ESCO em empresas portuguesas.


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Produção no Brasil aumenta 5,7%
2011-10-27 19:22:28

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Apple anuncia morte de Steve Jobs
2011-10-06 00:54:00

Em 1996 a Apple, que estava desenvolvendo um novo sistema operacional, comprou a NeXT Computer, de Steve Jobs, para poder usar o NeXTStep como base para o seu novo sistema operacional. Com esta operação Jobs retornou para a Apple - que estava numa situação financeira frágil e a ponto de fechar - em 1997 como consultor. A companhia foi salva a tempo com a venda de 40% das ações à rival Microsoft, com uma ideia e um produto criativo de impacto introduzindo o iMac em 1998 com o novo sistema operacional o Mac OS 9. Com o passar dos anos a Apple readquiriu as ações da Microsoft, que evitaram a sua falência.

Depois do sucesso de vendas dos primeiros iMacs, preparou uma nova revolução, a de refazer o famoso Mac OS, criando uma nova e poderosa plataforma que uniu o poder e a estabilidade do sistema Unix com a praticidade e elegância do tradicional Mac OS. Em 2000 foi lançado o Mac OS X.

Sob a orientação de Jobs, a Apple aumentou suas vendas significativamente depois destas inovações implantadas por ele e a sua equipe. O iMac foi o primeiro computador introduzido no mercado com várias características avançadas, principalmente pelo seu design inovador e pelo material utilizado, basicamente o plástico translúcido e colorido, o que decretou a morte da cor padrão para PCs (o bege), e a partir de então muitos deles passaram a usar este tipo de material nos produtos de informática em geral. Desde então, Jobs trabalhou muito em ideias criativas deste nível obtendo sucesso de vendas com elas.

Uma das suas inovações foi ramificar a Apple para além do seu mercado restrito da informática, passando a atuar na área de eletrônica, telecomunicações (iPhone), músicas digitais (AAC e MP3), com a introdução em 2001 do tocador portátil de música iPod, integrado com a loja de venda legal de música pela Internet através do iTunes, um software dedicado para reprodução de áudio, vídeo, CDs e de rádios online. O iPod conquistou o público pela sua leveza, praticidade, modernidade e simplicidade.

Em 2007 a Apple passou a comercializar telefones moveis, chamados de iPhone, com tecnologia de toque (batizada de multi-touch por aceitar toques simultâneos); em 2008 lançou a versão de tecnologia 3G do aparelho, iPhone 3G; em julho de 2009 lançou o iPhone 3Gs (speed), com comando de voz e muito mais rápido que os modelos anteriores.

Em junho de 2010, a Apple lançou o iPhone 4. Uma das maiores novidades, muito aguardada pelos usuários das versões anteriores, foi a possibilidade do multitask (execução de vários programas simultaneamente), além da câmera com 5 MP com flash, entre outras mudanças. O iPhone 4 foi alvo de polêmicas, após alguns usuários (0,55%, de acordo com a própria fábrica) constatarem que, se tocado em determinado ponto (onde ficava a antena), o equipamento sofria queda de sinal. Poucas semanas depois, Steve Jobs apresentou-se publicamente em uma conferência, admitindo a existência do problema. Para contorná-lo, os usuários teriam duas opções: receber gratuitamente uma espécie de capa para evitar o toque na antena; ou então ir a qualquer loja da Apple para a devolução do dinheiro.


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Pedido de apoios a familias pobres
2011-10-05 12:15:36

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A União Europeia já anunciara
2011-09-30 00:29:59

O presidente da Comissão Europeia, Durão Barroso, anunciou esta quarta-feira em Estrasburgo que acabou de ser formalmente aprovada uma nova «tranche» de assistência financeira a Portugal no valor de 11,5 mil milhões de euros.

A União Europeia já tinha dito a 2 de Setembro que, na sequência da revisão positiva feita em Agosto pela «troika» à implementação do programa português, estava aberto o caminho para que Portugal recebesse em breve mais 11,5 mil milhões de euros, do pacote total de ajuda externa de 78 mil milhões acordado em Maio passado.

Esta decisão, salientou, foi tomada pela União Europeia e pelo Fundo Monetário Internacional (FMI) «na sequência da avaliação positiva que a Comissão Europeia, o Banco Central Europeu e o FMI fizeram da aplicação das medidas» acordadas com a troika.

A União Europeia já anunciara a 2 de Setembro que, na sequência da revisão positiva feita em agosto pela troika à aplicação do programa português, estava aberto o caminho para que o país recebesse em breve mais uma parcela do pacote total de ajuda externa de 78 mil milhões acordado em Maio passado.

Durão Barroso aproveitou ainda para deixar avisos aos políticos europeus, argumentando que é preciso fazer muito mais pelo euro e agir rápido contra a crise.

O presidente da Comissão Europeia garantiu também que Bruxelas vai apresentar em breve uma proposta sobre a emissão de títulos de dívida europeia, as chamadas eurobonds ou euro-obrigações.

Finalmente, Durão Barroso mostrou-se a favor de uma maior integração europeia para fazer face à crise, no que classificou como um «momento federador» que deve começar desde já.

«A única forma de travar o ciclo negativo e reforçar o euro é aprofundar a integração, nomeadamente na Zona Euro, com base no metido comunitário». «O que nós precisamos agora é de um novo impulso, unificador, um novo momento federador. Não tenhamos medo da palavra: um momento federador é indispensável».

Depois de cerca de duas horas de debate durante o qual a tónica das intervenções das principais bancadas parlamentares foi a necessidade de uma maior coordenação económica e de uma ação mais concertada, também o comissário Olli Rehn defendeu a necessidade de se abrir um amplo debate nos Estados-membros com vista a lançar esse «novo momento federador» na Europa para tornar a UE mais rápida e eficaz na implementação de decisões.

«Precisamos de um novo momento federador e esse momento deve começar hoje».


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Lula da Silva recebe o Prémio Nort
2011-09-29 00:26:09

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